SÃO PAULO NEO NOIR

São Paulo vista pela atmosfera misteriosa do Neo Noir.

Neo Noir não pretende apenas ser um registro formal de uma metrópole moderna porque celebra um futuro com referências sombrias e misteriosas. O resultado é um ensaio onde imagens caoticas e ao mesmo tempo elegantes se misturam criando uma atmosfera enigmática e urbana.

A série foi realizada com uma câmera Lo-Fi, conhecida por sua limitação técnica e imprevisibilidade nos resultados, e um acessório chamado Splitzer, que possibilita múltiplas exposições. O processo de revelação foi baseado em experimentos com cromos e negativos em Cross e Push Processing para atingir um aspecto futurista e onírico. As obras foram expostas no MIS – SP como parte do no programa anual NOVA FOTOGRAFIA.

Jorge Sato, publicitário de formação e fotógrafo por paixão, começou trabalhando com Fine Arts, em 2006, mas a sua curiosidade o levou a se aprofundar na fotografia artistica e sua dinâmica.

Com um trabalho autoral, entrou em contato com o universo da fotografia analógica e consolidou a transição entre o digital e o analógico e criou uma linguagem própria utilizando as técnicas da lomografia (movimento que utiliza cameras automáticas de baixo custo). "Com o digital, encontrei uma forma de experimentar infinitas possibilidades".


Jorge Sato, publicitário de formação e fotógrafo por paixão, começou trabalhando com Fine Arts, em 2006, mas a sua curiosidade o levou a se aprofundar na fotografia artistica e sua dinâmica.

Com um trabalho autoral, entrou em contato com o universo da fotografia analógica e consolidou a transição entre o digital e o analógico e criou uma linguagem própria utilizando as técnicas da lomografia (movimento que utiliza cameras automáticas de baixo custo). "Com o digital, encontrei uma forma de experimentar infinitas possibilidades".

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