Freitas

“O trabalho de Antonio Freitas segue um traçado óbvio. Nos primeiros ensaios já mostrava interesse pelo simétrico, com as deliciosas brincadeiras entre a flora e a arquitetura. Suas montagens minuciosas renovaram a fotografia culinária no final dos anos 1980. Imagens que devoram, se diluem e perdem a forma para uma nova composição, alterada, psicodélica.

O reinventar de um mundo paralelo, o espelhamento de imagens, as colagens impossíveis, aproximam-se das manchas de tinta de Rorschach. É como imaginar formas nas nuvens, sonhos contidos presos dentro do espelho.” - Sidney Haddad.